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Teoria Pixar:

Trata-se de algo que ficou conhecido como "Teoria Pixar" e está rondando a internet ultimamente. É uma teoria do jornalista Jon Negroni que, após assistir exaustivamente todos os filmes da Pixar e achar os easter eggs, formulou a hipótese de que todos eles se passam no mesmo universo e contam uma só história: o apocalipse da Terra e um futuro bem estranho. Para entender esta história, primeiro é preciso colocar os filmes na ordem cronológica correta, coisa que o jornalista fez observando as inúmeras "pistas" deixadas pela empresa de animação. Como já tem muita história, vamos contar a síntese e deixar os easter eggs e pormenores (até física quântica entra na história) para sermos (acreditem) mais enxutos possível. É importante avisar que o texto abaixo contém vários spoilers.


Tudo começa (cronologicamente falando) pelo filme medieval Brave. Nele, uma bruxa (que tem o péssimo hábito de desaparecer por trás de portas) desenvolve uma poção que humaniza animais e objetos. É o único filme da Pixar que se presta a explicar a humanização deles. Seria aqui o começo de uma geração de animais e objetos racionais.

Bruxa dos Bell



A Bruxa dos Bell ou a Assombração da Bruxa dos Bell é uma lenda do folclore do sul dos Estados Unidos sobre um poltergeist que envolve a família Bell em Adams no Tennessee. A lenda foi retratada nos filmes "An American Haunting" de 2006, e "The Bell Witch Haunting" de 2004. Também é possível que possa ter servido de inspiração para o filme "The Blair Witch Project".

Lenda

Segundo a lenda, a primeira manifestação da assombração aconteceu em 1817, quando John William Bell Jr. encontrou um animal estranho num campo de milho na sua quinta em Robertson County, em Red River, perto de Adams, Tennessee. O animal, que John descreveu como tendo o corpo de um cão e a cabeça de coelho foi morto por ele a tiro. Mais tarde a família Bell afirmou ouvir o som de alguém a bater à porta e ruídos nas paredes exteriores da casa (primeira imagem). Os ruídos acabariam por passar para dentro de casa. Algum tempo depois de os barulhos começarem, Betsy Bell, o membro mais novo da família, disse ter sido atacada por uma força invisível. Com o tempo o poltergeist ficou mais forte, movendo vários objetos pela casa, falando e tendo conversas com a família e convidados. Identificou-se como "Kate Batts", uma vizinha dos Bell que John terá incomodado de alguma forma.

Mistérios do Ed. Joelma parte II: A tragédia

"Poderia um local, onde vários acontecimentos violentos aconteceram em épocas diferentes, ser realmente amaldiçoado, provocando inúmeros fatos negativos, como um incêndio ou a reincidência de um assassinato?" 

Jornal da época noticiando os fatos.
São Paulo, 01 de fevereiro de 1974. A abafada sexta-feira que apenas estava começando dava sinais de que seria apenas mais um dia na agitada capital paulista, mas às 08:54 min daquela manhã um curto-circuito iria transformar a rotina da cidade e de centenas de pessoas por completo. 

O endereço do Joelma já tinha sido palco de um triste acontecimento no ano de 1948, quando um engenheiro químico decidiu acabar com a vida da mãe e de suas irmãs no caso que ficou conhecido como “Crime do Poço”. Após o fatídico acontecimento os imóveis ficaram vazios até que a área toda foi demolida para dar lugar ao novo arranha-céu.

Um dos grandes colossos de concreto do centro de São Paulo, o Edifício Joelma ainda era um jovem perto da maioria de seus vizinhos, erguidos décadas antes mas desde sua inauguração, em 1971, chamava a atenção pelas suas linhas modernas e pela sua altura imponente, com 25 andares. Tão logo foi inaugurado, o prédio foi alugado para o Banco Crefisul. 

O fatídico curto-circuito não poderia ter acontecido em andar pior, no décimo segundo pavimento, justamente o meio do edifício. Para piorar, as salas do edifício eram repleta de materiais que colaboravam com a propagação do fogo, como divisórias, carpetes, cortinas e móveis de madeira, além dos forros que eram de fibra.

O Diário de Chernobyl

Desde pequeno quis viajar para Chernobyl desde que eu soube do desastre que houve lá. Resolvi chamar uns amigos e ir, e enquanto visitava um hospital eu encontrei algumas folhas de papel em forma de diário escritas em caneta, que dizia: 

DIA 1: Eu e meus amigos viemos para Chernobyl, cara é muito legal... Eu adoro escrever no meu diário e espero que algum dia alguém o leia, de preferência depois que eu morrer! Eu não acho seguro mas acho que vou dormir no carro enquanto meus amigos vão dar um passeio pelos mercados e apartamentos. Hoje é dia 15/04/2000

DIA 2: Meus amigos não voltaram, estou ficando cada vez mais nervoso com isso. Eles marcaram voltar as 19:00! Estou com muito medo de sair pra fora do carro... Hoje é dia 16/04/2000

DIA 3: ...

DIA 4: O carro não funciona. Não da pra imaginar como eu sobrevivi apenas comendo chocolate e tomando refrigerante que meus amigos compraram para a viagem... Tenho comida para mais 3 dias! Hoje é dia 18/04/2000

DIA 5: Finalmente resolvi sair do carro, fui lá fora investigar e vi uma criança com muito sangue nas pernas. Vi também seus braços deformados, gordos, inchados não sei! Era assustador!

Cry Baby Lane - o filme bizarro da Nickelodeon


Em 28 de outubro do ano de 2000, a Nickelodeon lançou um filme de terror feito somente para televisão, chamado Cry Baby Lane. O filme só foi ao ar uma vez, e desde então tem sido desmentido pela rede. Acabou ficando na obscuridade e quase desaparecendo por completo desde seu lançamento original. A própria Nickelodeon negou o filme que exibiu e ninguém sabe o porquê.

Com o tempo e as constantes negações do canal de Tv, os internautas acreditaram que o tal filme realmente não existiu. Assim como ocorrido em Candle Cove, havia grupos de pessoas que defendiam a existencia do filme e outros que debochavam e satirizavam dizendo que tudo não passava de uma grande invenção.

Por fim, para azar do canal, algum telespectador gravou o filme em VHS e converteu para o computador: resultado, jogaram na rede e o filme existe! O problema que levou o canal a encobrir  foi descoberto: o filme foi considerado muito perturbador para as crianças de 10 anos de idade, faixa no qual a emissora classificou o filme. Houve tantas reclamações dos pais, que a Nick decidiu que o melhor era varrer tudo para baixo do tapete.

A Lenda do Slender Man



O Slender Man é uma figura paranormal que supostamente existe a séculos, cobrindo uma grande área geográfica.

Aparência

Representação do Slender Man
justamente, com "crianças".
O Slender Man é um homem com seus braços e pernas extremamente longos. Ele também parece ter 4 ou 8 tentáculos negros que se projetam a partir das suas costas.
Ele é descrito como vestindo um terno preto muito semelhante ao rosto dos notórios “Homens de Preto”, e como o nome sugere, ele é capaz de esticar seus membros de forma desumana a fim de induzir o medo e seduzir a sua presa. Uma vez que seus braços são estendidos, suas vítimas são colocadas em uma espécie de estado hipnótico, onde eles ficam totalmente imponentes, ficando imóveis e a mercê da tal criatura.
Ele também é capaz de criar tentáculos de seus dedos e nas costas que ele usa para andar de uma forma semelhante ao Doutor Octopus. Essa capacidade sobre-humana também poderia ser vista como uma semelhança com o Sr. Fantástico. Se ele absorve, mata, ou se leva as suas vítimas para um local desconhecido outra dimensão também é desconhecido, como nunca há quaisquer órgãos ou provas deixadas.

A Lenda da Bruxa de Blair


Todo mundo já deve ter visto ou pelo menos ouvido falar do filme A Bruxa de Blair, que é um longa de terror que fez um sucesso gigantesco no fim dos anos 90. O filme contava a história de 3 jovens que foram para a floresta de Burkittsville, Maryland, Estados Unidos, para gravar um documentário sobre uma lenda local de uma bruxa.
Durante o filme a lenda que eles investigam se mostra real e a bruxa os deixa perdidos na floresta, fazendo com que todos corram. Contudo o que deixou o longa mais famoso foi que ele era gravado como se fosse tudo real, mas não era. Apesar disso, a lenda da bruxa existe, e ela tem seu fundo de verdade...

A Real origem de Silent Hill


A história diz que a Konami, em busca de um game para combater a série Resident Evil, saiu a procura de um bom enredo para concretizar o seu jogo. Centenas de enredos chegaram ao escritório da produtora, porém, nenhum agradou o produtor Keiichiro Toyama, que na sua ansia de derrotar a série da Capcom, iniciou uma saga pesquisando histórias de terror do mundo todo. Terminou por encontrar uma lenda de uma cidade dos EUA, chamada Centralia.

Toyama, instigado, resolveu investigar mais essa sinistra história e enviou representantes da Konami dos EUA visitar as cidades vizinhas à Centralia, com objetivo de desmembrar esses impressionantes e assustadores relatos que ocorreram naquele lugar. A investigação rendeu muitos frutos, entre eles, um diário, comprado pela bagatela de 10 mil doláres de um dos moradores do distrito de Ashland, J. S. Manson, um comerciante que confessou ser de um parente desaparecido, morador de Centralia em 1960. O diário era um caderno de capa-dura de couro, bastante velho e desgastado, com as letras “H. Manson” marcados no canto inferior direito da capa.

O diário, segundo um dos membros da Equipe de Toyama, (que preferiu ficar no anonimato para evitar um possível processo), relatava histórias terríveis e assustadoras que atormentaram toda a equipe de produção do game, até mesmo, os mais incrédulos. Um pouco diferente da protagonizada por Harry no primeiro game, o diário expõe as preocupações de um pai com sua filha menor frente aos acontecimentos sinistro que estavam ocorrendo na cidade. O diário ia de encontro com as lendas locais que a equipe da Konami recolheu junto aos moradores das cidades que rodeiam Centralia.

Kuchisake-onna


Kuchisake-onna
Baseado em uma Lenda Urbana japonesa

Kuchisake-onna era uma mulher linda. Esposa de um samurai ciumento, violento e líder da vila onde viviam. Por sua beleza ela era cobiçada por vários homens da vila que apesar de serem submissos ao seu líder não resistiam aos encantos de Kuchisake-onna.

Um dia, seu marido juntou todos os guerreiros da vila e deu-lhes a noticia que partiriam para a guerra e que mesmo sendo vitoriosos iriam ficar muito tempo longe de casa.


Vários meses se passaram desde a partida de seu marido e Kuchisake-onna estava cada vez mais triste e depressiva, pois nem tinha certeza que o marido estava vivo. Até que ela conheceu um jovem samurai que não se juntou ao seu marido por ser jovem e não ter treino suficiente para a guerra, Kuchisake-onna o seduziu e passaram a ter um caso as escondidas.

Passado alguns anos seu marido regressou, mas Kuchisake-onna havia mudado, estava apaixonada pelo jovem samurai e seu marido começou a desconfiar de sua fidelidade e certo dia ele encontrou-os conversando amigavelmente. Com ciúmes ele matou o jovem samurai e cortou a boca de Kuchisake-onna de orelha a orelha.

Creepypasta: A Casa sem fim.

Imagem meramente ilustrativa.

Deixe-me começar dizendo que Peter Terry era viciado em heroína. Nós éramos amigos na faculdade e continuamos sendo após eu ter me formado. Note que eu disse "eu". Ele largou depois de 2 anos mal feitos. Depois que eu me mudei do dormitório para um pequeno apartamento, não via Peter com muita frequência. Nós costumávamos conversar online as vezes (AIM era o rei na época pré-facebook). Houve um tempo que ele não ficou online por cinco semanas seguidas. Eu não estava preocupado. Ele era um notável viciado em cocaína e drogas em geral, então eu assumi que ele apenas parou de se importar. Mas então, uma noite, eu o vi entrando. Antes que eu pudesse começar uma conversa, ele me mandou uma mensagem.

"David, cara, nós precisamos conversar."

Foi quando ele me disse sobre a Casa sem Fim. Ela tinha esse nome pois ninguém nunca alcançou a saída final. As regras eram bem simples e clichês: chegue na saída final e você ganha 500 dólares, nove cômodos no total. A casa estava localizada fora da cidade, aproximadamente 7km da minha casa. Aparentemente ele tentou e falhou. Ele era viciado em heroína e sabe lá em mais o que, então eu imaginei que as drogas tinham feito ele se cagar todo por causa de um fantasma de papel ou algo assim. Ele me disse que seria demais pra qualquer um. Que não era normal. Eu não acreditei nele. Por que eu deveria? Eu disse a ele que iria checar isso na outra noite, e não importava o quanto ele tentasse me fazer não ir, 500 dólares soava bom demais pra ser verdade, eu precisava tentar. Fui na noite seguinte. Isso foi o que aconteceu.

Creepypasta: O Rake


Durante o verão de 2003, eventos no nordeste dos EUA envolvendo uma estranha criatura humanoide apareceu na mídia local antes de um grande apagão. Pouca ou nenhuma informação foi deixada intacta, e a maioria das informações na internet sobre a criatura foi destruída misteriosamente.

Ela aconteceu primeiramente na parte rural do estado de nova York, auto proclamadas testemunhas contaram suas historias sobre seus encontros com a criatura de origem desconhecida. Alguns estavam TERRIVELMENTE AMEDRONTADOS enquanto outros tinham uma curiosidade que somente se encontra em crianças. Seus depoimentos não estão mais disponíveis, porem muitas pessoas envolvidas ainda procuram respostas sobre o rake e sobre aquele ano.

No inicio de 2006, ao final da investigação encontraram quase 2 dúzias de documentos entre os séculos 12 e hoje em dia, em 4 continentes. Em quase todos os casos as historia era praticamente idêntica. Eu estive em contato com um membro do grupo de investigação e fui capaz de obter algumas partes de seu livro que será lançado brevemente

Nota de suicídio: 1964
"Enquanto eu me preparo para tirar minha própria vida, eu sinto que e necessário para amenizar dor e culpa eu escrevo. Não é culpa de ninguém, além dele. Assim que acordei eu senti sua presença. E assim que acordei eu vi sua forma. Uma vez que acordei de novo eu escutei sua voz, e olhei em seus olhos. Eu não posso dormir sem medo da próxima experiência que terei quando acordar. Eu nunca mais posso acordar. Adeus."

A Gangue do Palhaço


Lendas Urbanas que escutávamos quando criança, a história de que um palhaço e sua gangue raptava crianças para a venda de órgãos, e sempre escutei de minhã mãe; nunca aceite doces de estranho, principalmente palhaços...

Na década de 1990 foi quando apareceu a história da Gangue do Palhaço, vindo dos EUA, a notícia de que na década de 60 um palhaço assassinava crianças, o "Palhaço Brasileiro" inspirado na reportagem, começou a assassinar na grande São Paulo, foi a grande notícia que abalou naquela época, suas histórias ficavam cada vez mais do que verídicas, quem nunca ficou com medo quando suas mães diziam que havia Palhaços em uma Combi para capturá-los?! Naquela época, cogitava muito o rapto de crianças para a venda dos órgãos, moda naquela década.

O boato chegou ao ponto que pessoas juravam ter visto reportagem no "AQUI AGORA", e realmente a lenda foi tão forte que o NP chegou a dar algumas capas para a "gangue do Palhaço", uma escola (nome desconhecido), em Mauá chegou a ser "atacada" pelo Palhaço, todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima.
  Isso é típico de uma Lenda Urbana: "todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima."
  Outra coisa normal de uma Lenda Urbana: surgir ou tomar força nos limites do muros das escolas. Talvez essa seja a época em que mais se ouça coisas desse tipo.

Todos temos um medo...


Teve dias que não conseguia lidar com isso, as vezes até me esquecia do problema que eu tinha, esse medo. Não sei o que me levou a crer naquilo, mas a minha primeira noite com essa situação não fora boa. Comecei a ter bastante medo, alguns não acreditam e pensam que estou blefando, mas não, é uma fobia que adquiri durante minha infância. Comecei a me preocupar bastante com aquilo, não levava como "alucinação", para mim era real. Quando se cisma com algo, parece que esse "algo" vem lhe perturbar, e eu cismei com o problema, podia até não ser nada, ainda era criança, poderia me esquecer desse problema. Mas não, não esqueci.
O pior era a casa - onde minha Madrinha morava na época - enorme, com a parte de cima ainda construindo e a janela onde dormia com meu irmão virada á um corredor grande e do outro lado uma casa, parecia mais abandonada, mas morava pessoas. Eram pessoas estranhas, confesso... Vou contar como aconteceu naquela manhã.

LOURA DESCONHECIDA de Itu


Nas primeiras horas da manhã da quarta-feira de 19 de abril de 1972, um garoto se deparou com uma cena aterradora, quando caminhava a pé, pela estrada Itu-Jundiaí (Rodovia Marechal Rondon). Bem próximo da fazenda Pedra Azul, cerca de vinte metros do asfalto, o garoto viu um cadáver de aspecto assustador estirado no chão. Era uma mulher branca de cabelos louros. Estava nua, com o corpo crivado de balas. Muito assustado, o garoto procurou um orelhão e tratou de comunicar o fato imediatamente à polícia.Não demorou muito para que os investigadores Dimas, Cruz, e os escrivães Avelino e Akira chegassem ao local, junto com o delegado doutor Mário leite Barros e outros policiais. Vistoriando a cena do crime, os policiais encontraram algumas cápsulas deflagradas, de cartuchos de um revólver calibre 32. Apesar dos ferimentos de bala, o corpo estava limpo, como tivesse sido lavado. Apresentava várias escoriações e muitos hematomas, deixando claro que havia sido arrastada até o local onde fora encontrada. O corpo foi removido para o Necrotério Municipal, na época localizado no próprio Cemitério de Itu, onde o legista procedeu autópsia. O médico responsável expediu o seguinte laudo quando terminou:“ANEMIA PROFUNDA, CAUSADA POR HEMORRAGIA. HOMICÍDIO PROVOCADO POR SEIS PERFURAÇÕES DE ARMA DE FOGO”.
Ainda de acordo com o médico, foi constatado várias queimaduras de cigarros, nos braços da mulher , além dos hematomas no corpo, o que indicava que vítima teria sido torturada antes de morrer.
Fato intrigante, é que embora a vítima fosse uma mulher muito bonita e tivesse sido encontrado nua, não havia indício algum de que sofrera qualquer tipo de violência sexual, o que de imediato descartava a hipótese de estupro seguido de homicídio. O delegado da época, Mário Leite de Barros concluiu que a mulher havia sido morta em outro lugar e posteriormente “desovada” naquele local. As cápsulas de balas no local, estariam lá apenas para disfarçar, uma tentativa do assassino, de querer confundir a polícia. Ainda de acordo com o delegado, aquele assassinato tinha todas as características de crime passional, ou seja, cometido sobre forte emoção.

A casa é quem escolhe suas vítimas?!

Era um inicio de tarde, para as garotas, uma tarde qualquer. É o que aparentava ser; as duas amigas caminhavam soberbamente, descontraídas em suas conversas. Este era o mesmo caminho que sempre pegavam para a volta da casa, por sempre andarem descontraídas, nunca sequer repararam em uma casa ao outro lado da rua, era chamativa, pelo fato de ser uma casa antiga. Parecia não ter ninguém por lá, ninguém á frequentar aquela casa. Estava mais para abandonada; e por algum motivo, as amigas acabaram notando. 
- Hey, que casa é aquela? Perguntou Helena á sua amiga. Então após ela olhar para a casa, respondeu Helena.
- Não sei, passamos aqui milhares de vezes e nunca notei essa casa! Afirmou e atravessou a rua junto Helena. 
Realmente, elas já haviam passado por ali muitas vezes e só agora as duas iriam notar aquela casa abandonada? Só podia ser alucinação, (ou na verdade, a casa era quem escolhia seus convidados). O jardim que havia em frente à casa, parecia não a pertencer, o jardim, por incrível que pareça, estava em outro estado... Um estado que não se encontrava a casa. Era bonito, e chamou a atenção de Helena. A mesma aproximou-se do jardim, em um ponto onde havia duas flores, duas rosas. Uma desbotada e a outra ainda a florescer. Helena, nem sequer estranhou e pegou a rosa intacta. 
- Não acha estranha? Uma flor intacta e a outra desbotada? Perguntou novamente á amiga. E ela, não ousou em respondê-la, só puxou o braço de Helena para que assim, saíssem dali. 
Nesse mesmo dia, já à noite, Helena se preparava para dormir, não era muito tarde, Helena tinha o costume de dormir cedo. Mas o rumo dessa noite era outra. A flor que Helena havia pegado nesse mesmo dia no jardim da casa abandonada, já tinha desbotado. 
- Rosas demoram mais tempo para desbotar, não é?! Ela mesma se questionou, uma rosa desbotar em menos de 24 horas? Não tinha como. Helena ficou a se questionar, pois a flor era linda, e não tinha como ter acontecido aquilo tão rápido. Ela queria outra flor, e isso veio quase que em um desejo. Súbito desejo te ter outra flor daquela. 
Ainda de pijama, Helena saiu da casa e caminharam exatamente três quarteirões até chegar a casa. E no mesmo lugar, Helena foi para pegar outra flor, no mesmo lugar onde havia pegado a primeira. A rosa desbotada ainda estava lá, e em cima dela havia um pequeno cartão. Helena o pegou, era uma carta escrita a mão, e era o que dizia na carta:
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